É
No escuro, cinzeiro lotado, pensamento atordoado. Mãos divagam na imensidão de letras, formas e cores. Na tela, explicitam-se dores. E nos tremores da vida, a cura sabida do coração antes partido. E agora salvo.
"Hoje vou correr descalça, sentir o vento no rosto, atravessar pontes.... Quero sangrar e descobrir tudo o que me mantém viva.... Sentirei-me feliz mesmo sendo a maior das contradições."
0 comentários:
Postar um comentário